Missa em Louvor a Santa Terezinha, Patrona Universal das Missões

DSC 0792

Santa Terezinha, conhecida como a intercessora dos missionários, nasceu na França em 1873 e morreu no ano de 1897. Em 1º de outubro o calendário católico reserva para lembrar a memória de Santa Terezinha, porém essa memória merece ser resgatada como exemplo cotidiano.

Ela morreu de tuberculose, com apenas 24 anos, dizendo suas últimas palavras: “Oh!… amo-O. Deus meu,… amo-Vos!”. Após sua morte, aconteceu a publicação de seus escritos. A chuva de rosas, de milagres e de graças de todo o gênero. Sua beatificação aconteceu em 1923, e a canonização em 1925, foi declarada “Patrona Universal das Missões Católicas” em 1927 por atos do Papa Pio XI. Em 19 de outubro de 1997, o Papa João Paulo II proclamou Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face doutora da Igreja.

Santa Teresinha não só descobriu no coração da Igreja que sua vocação era o amor, como também sabia que o seu coração, e o de todos nós, foi feito para amar. Nascida de família modesta e temente a Deus, entrou com 15 anos no Mosteiro das Carmelitas em Lisieux, com a autorização do Papa Leão XIII. Sua vida se passou na humildade, simplicidade e confiança plena em Deus. Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus pela salvação das almas e na intenção da Igreja. Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face (sendo este segundo título dado pela devoção da família a face de Jesus) esteve como criança à seu próprio pedido viver para o Pai, livre, igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus e, tomada pelo Espírito de amor, ensinou um lindo e possível caminho de santidade: infância espiritual.

O mais profundo desejo do coração de Teresinha era ter sido missionária, sua vida nos deixou como proposta, selada na autobiografia “História de uma alma” e, como intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam a Jesus, continua ainda hoje, vivendo o Céu, fazendo o bem aos da terra.

Segundo o evangelho de Mateus 21,28-32 vimos que a responsabilidade da missão não é apenas dizer sim, mas vai muito além, depende de assumir verdadeiramente o compromisso.

Padre Milton relembra que Jesus quer que nosso sim venha ser aceito com atitudes, carinho e amor. Quando nosso sim é verdadeiro mudamos nossos hábitos, valores e conduzimos nossa vida segundo o desejo de Deus.

“Ele nos deu a missão de ser pai, mãe, esposo, esposa. Não basta dizer que teve filhos, mas sim, se estamos sendo presença na vida deles. Não basta estar casado para dizer que assumiu a missão de esposo e esposa, é preciso ser companheiro (a), ajudar, dedicar tempo para cuidar da pessoa que escolhemos para estar ao nosso lado. Igualmente eu, como padre, não basta rezar a missa, conhecer sobre Deus é preciso que eu viva a minha missão com atitudes.

Apenas o cumprimento da missão é que nos dará o direito de estar junto de Deus lá no céu. Por isso devemos perguntar: e nós, como estamos vivendo nossa missão? Peçamos a Santa Terezinha do Menino Jesus para que nos dê força, sabedoria, que procuremos conhecer os passos de Jesus Cristo para trilharmos o caminho conforme seu desejo, pois só Ele é Caminho, Verdade e Vida."

Por Vânia Abdala

  • site-pascom.jpg