Pastoral da Criança realiza missa em ação de graças a Nossa Senhora

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No último domingo, dia 01 de outubro, a Pastoral da Criança realizou a missa em ação de graças ao mês de Nossa Senhora Aparecida. Na procissão de entrada os líderes atuais e veteranos entraram com os cartazes com um pouco da história da pastoral.

Durante a homilia Padre Leandro citou o Evangelho de Mateus: “Jesus está chamando atenção de sacerdotes e dos anciãos, não está clamando atenção de crianças, mas sim de gente grande, gente entendida. Lembra o evangelho da semana passada em que o patrão é o próprio Deus. O patrão que chama diariamente e a hora que quer. Então o senhor passando pela praça vendo um grupo de desocupados, chama-os às nove da manhã, ao meio dia e as três e às cinco horas, e a todos eles paga a mesma quantia, dando a todos o valor justo, porque o Pai não retribui e não dá de forma diferente aos seus filhos, a todos eles derrama as suas graças e bênçãos e sua misericórdia igualmente. Existe uma caminhada para aqueles desocupados que não trabalham, não recebem e precisam ir para vinha, é preciso trabalhar na vinha, é preciso atender ao chamado do patrão, no final ninguém fica desocupado, todos atendem o chamado em horários diferentes, mas responderam ao chamado. Jesus fala de um pai que chamou seus dois filhos e disse vão trabalhar na minha vinha, um disse não, mas depois repensou. As vezes também somos assim, no primeiro momento dizemos não, mas depois vamos repensar lá no íntimo do coração e temos uma resposta, um sim generoso, porque somos atraídos a Deus porque o senhor nos chama.

Será que somos católicos de verdade? Não basta que por ter o título de católico ou ser católico vai pertencer ao reino do Senhor. É algo que exige muito mais", diz Padre Leandro.

Durante o ofertório, a família de Joaquim Passos, que faz parte da Pastoral da Criança, entrou em procissão com o pão e o vinho. Após a comunhão, a coordenadora de ramo da pastoral da criança e líderes entraram em procissão com flores para a coroação em homenagem a Nossa Senhora.

Em seguida a líder Ângela fez um pequeno agradecimento aos colaboradores da pastoral “desde o início a pastoral teve a preocupação não só de reduzir a mortalidade e a desnutrição infantil, mas também de manter a paz nas famílias e nas comunidades pelas atitudes, solidariedade e amor. E é por esta solidariedade e o amor que tantas pessoas vêm a nos ajudar. Por isto viemos aqui hoje agradecer a você, nosso colaborador, que sabe que de alguma maneira ajudou a Pastoral da Criança. Por menor que ela seja, foi e sempre será valiosa para nós e para Deus. Não é preciso dizer nomes, pois poderia cair algum no esquecimento, mas Deus se lembra de todos e sabe quem é você. E você é aquele que sentiu ao toque de Jesus e que algum momento de sua vida se dispôs e doou um pouco para a pastoral e para Deus".

Padre Leandro convidou todas as líderes no altar e falou sobre a importância da Pastoral da Criança em nossa cidade ”não é só uma pastoral de dentro da Igreja é uma pastoral social da Igreja que tem a responsabilidade de bater porta em porta, de acompanhar aquelas mulheres na gestação. Daí se pergunta por que Pastoral da Criança? Se já existe hospital, posto de saúde, médico e enfermeira, nem precisa desta pastoral na Igreja, mas sabemos que tem muita mulher que fica grávida e não vai ao medico, tem muita mulher que não sabe nem como tem que pegar a criança depois que amamentar, uma das funções delas na formação é acompanhar a gestante, e ensinar afagar a criança, são coisas simples, mas que tem na pastoral. E o grande lema “viemos para que todos tenham vida” são marcas dessa pastoral".

Padre Leandro ainda brincou lembrando o evangelho “aqueles que não tiverem nada para fazerem que procurem à pastoral, venham ver o que se tem a fazer, venha participar com a pastoral e se tiver alguém na sua comunidade, na sua rua, ou se conhece alguém que precise da pastoral informar as líderes. Lembrando a segunda leitura onde Paulo salienta que não podemos nos preocupar só com nossas vidas, mas também com os outros, não podendo ser exagerado, mas na medida certa e não intrometer na vida do outro.”

Por Elaine Baldon

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